SAÚDE | Trabalhar demais faz bem à saúde?

TRABALHAR DEMAIS FAZ BEM À SAÚDE?

 

SAUDE

SAUDE Desde muito jovens somos convocados a decidir o que fazer  da vida. Muitas vezes, o presente até fica para ser vivido depois – mas depois quando? pois os objetivos, metas  e planos futuros tomam conta da rotina. A situação fica ainda mais clara  quando se chega ao mercado de trabalho e, trabalhar exaustivamente para trilhar uma carreira de sucesso, conquistar a independência profissional ou adquirir bens materiais,  passam a ser prioridade.

 

Essas são algumas das características dos workaholics, aqueles que transferem tudo o que tem na vida para o trabalho e se afundam nele. Em contrapartida, estão os loveworkers, apaixonados pelo que fazem, porém, de forma

mais leve. Eles sabem equilibrar o tempo com responsabilidade, sem abrirEQUILIBRIO

mãos dos momentos de lazer. Em algum momento  da vida, os loveworkers  Sheila Aciooli, Rui Lucas, Francisco Cunha e Francisco Abinader já focaram todas as energias na profissão, o que foi extremamente necessário, mas souberam a hora de desacelerar, diminuir o rítmo mesmo, seja para uma partida de futebol ou férias com a família.

 

LOVEWORKER

A medicina é uma das áreas onde mais se concentram os workaholics, pois no início os profissionais trabalham horas a fio, como aconteceu com a médica anestesista Sheila Acioli, de 49 anos, que atua na área há 24 anos. ¨Fiz parte do time dos wordaholics logo após o término da residência médica, pois não era casada e não tinha filhos. Trabalhei durante três anos sem tirar férias e não me preocupava em trabalhar o dia inteiro, algumas noites e quase todos os finais de semanas.  Após o meu casamento, continuei trabalhando,  mas aprendi a separar meu tempo¨, garante.

Atualmente, Sheila pode ser considerada uma lovework, pois é apaixonada pela profissão que escolheu para a vida. Ägradeço a Deus, todos os dias, por poder ajudar ao próximo em momentos difíceis. Sou realizada por trabalhar com o que amo e também por ter uma família maravilhosa que me apóia¨, reconhece.

PLANEJAMENTO

Há ainda quem consiga fazer um planejamento do próprio tempo, como empresário do setor de seguros, Francisco Abinader, de 50 anos, que lembra de poucos momentos como um workaholic. ¨No ramo atuo é possível organizar as atribuições que vamos nos deparar em nosso dia a dia. Me identifico muito como loveworkers, pois tenho uma sintonia muito boa na atividade que exerço, esta que, inclusive, foi o meu primeiro emprego¨, conta.

Para Francisco, tudo na vida requer sabedoria e equilíbrio. ¨O  profissional organizado sai na frente e esse é o diferencial perante seus concorrentes. É importante saber o ponto ideal do limite do seu esforço, para que o mesmo não sinta a frustração de um trabalho mal executado. Tenho uma vida com muitos desafios e sei que preciso estar ¨forte¨, por isso busco nas atividades esportivas como bike, corrida de rua e futebol, um modo de obter melhor qualidade de vida¨, conclui.

 

SAUDE

Concluimos então que o trabalho intenso, sem lazer, ou mesmo uma higiene mental, pode afetar a saúde física e mental. A vida é para se viver, e viver bem com equilíbrio.

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Vida em equilíbrio

Lazer, trabalho e atividade física. É importante saber conciliar essas tarefas do dia-a-dia. Pessoas que colocam sua energia apenas em um foco, por exemplo, no trabalho, podem comprometer seu bem-estar.

Sair tarde da empresa e levar serviço para casa são atitudes a serem repensadas. Saiba que o sucesso profissional e a saúde podem caminhar juntos e em harmonia. “Deve existir um equilíbrio entre as funções do cotidiano. Saúde é saber dividir bem as rotinas”, alerta a dra. Raquel O. Conceição, médica responsável pelo Checkup da Unidade Einstein Jardins.

Em 2005, a equipe do Centro de Medicina Preventiva do Einstein coordenou estudos sobre a saúde do executivo. Foi constatado que funcionários de grandes empresas apresentam mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares do que outras pessoas da mesma idade. Ao todo, executivos realizaram os testes e constatou-se que quanto mais alto o cargo, maiores os riscos para a saúde. Presidentes e vice-presidentes têm 6,67% mais chance de desenvolver problemas cardiovasculares, enquanto diretores têm 5,97%, e gerentes, 3,28%, apontou a pesquisa

 

 

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